
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Livro Novo: Deslembrar!
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Gente em forma de Bonecas
O mundo cabe na sua mão...
É com panos, linhas, embalagens de produtos reciclavéis
que a Mestra Lurdes, de Piaçabuçu em Alagoas, cria suas bonecas tão
perfeitas como a criação divida, vemos nas bonecas detalhes de um olhar sobre a
natureza humana que faz a surpresa brincar de encantamento.
Sua paz traz a certeza de que a tranquilidade reina no mundo
de quem cria universos como o dela. Uma aprendizagem herdada pelos sabios anos
vividos.
Já havia uma de suas "crias" em minha coleção, mas
quando tive a oportunidade de fazer a Trilha do Saber criada pela ONG Olha o
Chico pelas amiga Dalva e Linete enchi os olhos e mãos e trouxe para mais
perto esses novos trabalhos realizados por ela.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Nas margens do Rio
Essa é Ana das Carrancas uma grande artesã de Petrolina, infelizmente, não se encontra entre nós modelando suas "figuras" no barro.
Mestre Ana encontrou nas margens do rio São Francisco a riqueza para constuir seu mundo imaginário de figuras modeladas no barro e sair da pobreza, antes dela as carrancas eram talhadas na madeira, como ainda hoje é, mas foi ela que fez nascer do barro uma nova expressão para as carrancas, reconfigurando a raiz dessa tradição a partir de outro material.
Tive a chance de conhecer mais de perto seu lugar e seu memorial quando fomos apresentar o Histórias do Velho Graça dirigido por Mim e Adriana Milet com a Trupe Gogô da Ema de Contadores de Histórias do SESC Alagoas dentro do ALDEIA DO VELHO CHICO - V Festival de Artes do Vale do São Francisco que aconteceu de 31 de julho a 15 de agosto.
Que ela inspire novas visagens sobre as coisas que parecem já ter um fim!
domingo, 2 de agosto de 2009
ACHADOS E PERDIDOS!!!
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Poema Meu
quinta-feira, 23 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Poema Adélia

JaNELa
Janela, palavra linda.
Janela é o bater das asas da borboleta amarela.
Abre pra fora as duas folhas de madeira à-toa pintada, janela jeca, de azul.
Eu pulo você pra dentro e pra fora, monto a cavalo em você, meu pé esbarra no chão.
Janela sobre o mundo aberta, por onde vi o casamento da Anita esperando neném, a mãe do Pedro Cisterna urinando na chuva, por onde vi meu bem chegar de bicicleta e dizer a meu pai: minhas intenções com sua filha são as melhores possíveis.
Ô janela com tramela, brincadeira de ladrão, clarabóia na minha alma, olho no meu coração.
AdÉlia pRaDo
Foto de Luciano Pontes - Fachada de uma casa de Triunfo construções do final do séc. 10 e início do séc. 20.

